Tudo sobre o mundo submarino onde eu vivo. O mundo do nada!


Quinta-feira, Janeiro 30, 2003

FOGO NO OCEANO !!! (3ª PARTE ¿ MINHA MÃE NO CABELEIREIRO)

Eu e minha irmã ainda estávamos na portaria esperando a ordem dos bombeiros para poder voltar para casa...
Se para vocês isso está parecendo uma eternidade, imagine para nós, que ficamos bem no meio da calçada por horas, com todos os transeuntes olhando para gente, como se fossemos micos, ou micas, de circo!
Pois, então. Tédio total, até que eu avistei minha mãe atravessando correndo a rua. Ela vinha com o cabelo metade de escova e metade sarará. Parecia aquele comediante de piadas sem graça, que usa uma peruca com metade do cabelo liso e metade do cabelo encaracolado, que nem com reza braba eu vou lembrar o nome.
Começei a rir, igual besta. Minha irmã, sem entender, perguntou:
- Ficou louca? De que está rindo?
Não consegui parar de rir e apontei, mostrando minha mãe. É claro que ela começou a rir também.
Minha mãe chegou perto da gente, afobada, a coitadinha:
- Fiquei sabendo que o prédio estava pegando fogo! Vim correndo!
- Como ficou sabendo? A senhora ouviu os bombeiros chegarem?
- Não. Foi o cabeleireiro que me disse...
Aqui, vou abrir um parêntese. Esse é o segundo maior mistério do incêndio. Ninguém, ninguém mesmo, ouviu os bombeiros chegando. Eles não fizeram nenhum barulho. Pra que serve a sirene? (Não responda!). Fecho o parêntese.
- Ele (o cabeleireiro) não queria me deixar sair da cadeira... Ficou me prendendo e puxando meu cabelo! O pessoal desse salão é bonzinho, mas não tem senso. São uns Joselitos.
(Sim, minha mãe assiste Hermes e Renato na MTV!)
- Mãe, o Joselito não é sem senso, é sem noção!
Ela fingiu que não era com ela:
- O pior é que demoram horas para arrumar um cabelo...
- Mas porque esse penteado estranho?
- Ah! Isso não é penteado, menina boba, eu é que vim antes dele terminar para ver se vocês estavam bem.
- Mãe, eu estava falando no sentido figurado. Com ironia!
- Que mania! Desse jeito, eu nunca sei quando vocês estão falando sério, quando estão brincando...
Mudou de assunto:
- Fiquei com medo de ter acontecido alguma coisa com vocês...
- Foi no 5° andar, bem longe lá de casa.
- Bem que o rapaz do salão disse que poderia ser o apartamento do 5° andar.
- Ele veio aqui ver o fogo?
- Não! Ele ficou o tempo inteiro me prendendo na cadeira, sem deixar eu me mexer!
- Então, como ele sabia que é no 5° andar?
- Sei lá! O povo daquele salão sabe tudo da vida de todo mundo!
- Será que são videntes?
Ficamos em silêncio, meditando sobre a possibilidade real de termos um salão de beleza cheio de videntes bem em frente à nossa casa. É de arrepiar!
Depois de alguns instantes, só Deus sabe pensando o quê, minha mãe finalmente disse baixinho:
- Bom, agora que sei que vocês estão bem, que não aconteceu nada, vou voltar para o salão e terminar essa escova com aquele Joselito sem base.
- Mãe, o Joselito é sem noção!
Ela fingiu que não era com ela, como sempre, atravessou a rua e entrou no salão.
FIM!

FOGO NO OCEANO!!! ¿ MORAL DA HISTÓRIA

Ahá! Vocês pensaram que tinha acabado!?! Pois não acabou!
Eu vim dizer o moral da história, porque toda história tem que ter moral.
Crianças, se vocês amam suas mamãezinhas, não usem drogas!
Sabem como começou o incêndio? Uma criança de 25 anos, no dia do seu aniversário, colocou fogo no quarto da mãe e fugiu. Dizem que está na rua, sem eira nem beira.
A pobre da mãe dele, perdeu tudo o que tinha, ficou sem casa para morar, e sem saber onde o filho está!
Ela não tem condições de reformar o apartamento, que está pretão, todo queimado.
Graças a Deus, ela não sofreu nada. Está com saúde. Mas coisa pior poderia ter acontecido


Marianinha nadou aqui às: 12:41 AM ::


Quarta-feira, Janeiro 22, 2003

TEM ALGUÉM AÍ

Gente! Depois que eu voltei a trabalhar, não tive mais tempo de fazer nada!
Minha caixa postal está lotada, o blog às moscas, os amigos... nem se fala!
Não sei como vou fazer na hora que começar o cursinho para o concurso...
Vou parar de pensar nisso, porque senão fico doida!




Marianinha nadou aqui às: 10:39 AM ::


Terça-feira, Janeiro 14, 2003

FOGO NO OCEANO (3ª PARTE - O FORA DA MINHA IRMÃ)

Esse assunto do incêndio está se alongando demais. Depois desse capítulo, ainda faltará outro.
Antes de contar este episódio, eu vou ter que explicar umas coisinhas.
Toda família de um ex-namorado que a minha irmã teve é fã dela. Fã mesmo, vocês precisam ver!... E, eu tenho para mim que foi por isso mesmo que o namoro não deu certo. Minha mãe sempre diz: "Os filhos nunca se casam com as mulheres que a mãe deles gostam." Se ser a preferida da mãe atrapalha, imaginem ser a preferida da família inteira!
Pois então, a parte rica da família desse ex-namorado tem uma construtora, justamente a que fez o prédio em que moramos. Mas foi pura coincidência a gente vir morar aqui, mesmo porque quando a gente mudou, eles (minha irmã e o namorado) já tinham terminado o namoro há um tempão.
Explicação dada, voltarei ao dia do incêndio.
Como todo mundo já sabe, ficamos mais de três horas na portaria esperando a liberação dos bombeiros para voltarmos para casa.
Nesse meio tempo, chegou um senhor, vindo não sei de onde e começou a conversar com outros moradores que estavam ali por perto:
- Vocês são moradores? Eu queria alertar vocês...
Imediatamente, eu e minha irmã, que não estávamos na conversa, ligamos as antenas. Ficamos prestando atenção na conversa dos autos. Tem coisa melhor?
- O alarme de incêndio do prédio não funcionou. Quando o extintor de incêndio é usado, o sistema de alarme tem que disparar e o desse prédio não disparou. Eu aconselho vocês a procurarem a construtora ou a empresa que fez a limpeza da caixa d'água, porque para limpar a caixa d'água tem que desligar o sistema de alarme anti-incêndio...
Nesse ponto a conversa ficou desinteressante para mim, porque vi um menininho de uns quatro anos, brincando no caminhão dos bombeiros, com capacete e tudo. Muito bonitinho!
Uns minutinhos mais tarde, eu percebi que a minha irmã estava conversando com uma senhora que eu não conhecia e que parecia muito conhecida dela. A senhora chegou atraída pela bagunça, curiosa com o incêndio.
Lá fui eu de novo, prestar atenção na conversa dos outros... Minha irmã falava sem parar:
- Pois é, foi isso que aconteceu. Agora o que eu achei mais grave foi que o alarme de incêndio não disparou. Até um moço veio aqui falar para reclamar com a construtora...
A senhora, muito simpática, perguntou:
- E qual era a construtora?
Minha irmã ficou toda cheia de manchas vermelha. Eu achei estranho, porque nós (eu, ela e minha mãe) temos a mesma reação quando ficamos muito bravas ou com muita vergonha: ficar toda manchada de vermelho. Não entendi porque ela ficou com vergonha, o papo com a senhora simpática era tão comum.
- Ah! É a construtora do seu irmão...
Tóóóóóóóóóóóin!
(Close no rosto de manchinhas vermelhas da minha irmã)
E fim do episódio.
Aguardem o próximo capítulo: Minha mãe no cabelereiro.
Tchibum!

Marianinha nadou aqui às: 11:58 PM ::


Sexta-feira, Janeiro 10, 2003

PARA TODOS

Hoje, como eu já disse, é dia de comemoração, por causa do meu Template novo (maravilhooooosoooo)!.
E, também, é dia de eu me justificar com os meus amigos blogueiros (existe essa palavra, blogueiros?).
Gente, eu bem que tento, mas não consigo escrever todos os dias, nem visitar todo mundo sempre como gostaria.
E vou dizer porquê. O meu computador é 486! Vocês não sabem a dificuldade que é!
Se num dia eu vou verificar meus emeios, não dá tempo de postar ou visitar os blogs amigos. Se noutro eu decido escrever e postar, gasto muito tempo, e adeus emeios e blogs amigos. Se eu visito os blogs amigos, como o do Luccks (que agora está de férias), ou o das meninas (Alê e Kel), ou o da Nathalia, ou o da Lila, ou o da Marina, muitas vezes não consigo sequer comentar, porque demora demais. Aí nem pensar em posts ou emeios. E por aí vai...
Me perguntam: Porque você não troca essa lata velha?
Dois motivos: pão-duragem e afetividade excessiva.
Pão-duragem é óbvio. Não consigo gastar R$3.000,00 num computador que eu uso só para net (Não sou nem boba de trazer trabalho para casa. Trabalho é no trabalho). É claro que eu poderia rachar a despesa com a minha mãe, que trabalha em casa. Mas ela, que também é advogada, só usa o editor de texto. Não vai querer gastar num computador, se para editor de texto, um 486 vai bem!
E o outro motivo é meio esquisito. Esse computer é como aqueles fusquinhas 69 que os donos não vendem nem por um tesouro. Eu tenho apego por essa máquina. Ela passou poucas e boas... Já quase morreu (literalmente) uma porção de vezes, ficou infestada de vírus, quase queimou o monitor. Fui eu quem resolvi todos os problemas, isso sem entender patavina de hardware ou software. Diferencio os dois assim: hardware é o que eu chuto; software é o que eu xingo! Então dá uma dozinha de me desfazer dela.
Como todo mundo, eu sonho com uma máquina supermoderna com Internet super-rápida, mas... Vou ficando com essa mesmo.
AMIGOS QUERIDOS, TENHAM PACIÊNCIA COMIGO, POR FAVOR!
Eu juro que vou me esforçar para ser menos relapsa e mais companheira!
Agora, tchibum!


Marianinha nadou aqui às: 9:23 PM ::




Ihuuu!
Vocês viram? Eu estou de lay-out novo!
Minha prima Marina, que é uma gênia, fez para mim!
Está lindo, não?
Quando eu chegar em casa (ssssshhhhhhh! estou no trabalho, postando escondido, fala baixo...), faço um post decente para comemorar melhor!
Ihuuu! Viva! Tccchhiiibuuuum!!!!!

Marianinha nadou aqui às: 12:07 PM ::


Quarta-feira, Janeiro 08, 2003

FOGO NO OCEANO (2ª PARTE) - O ESPIGADINHO

Essa é a segunda parte da minha história do incêndio. O dia do incêndio foi como uma novela, uma porção de historinhas paralelas ligadas à história principal. Então eu acho melhor começar por um resumo do capítulo anterior: minha irmã recebe a notícia do incêndio e nós duas descemos em desabalada carreira. Isso foi o resumo. Que emoção, hein?
Ficamos lá embaixo, na portaria do prédio, mais ou menos umas três horas porque os bombeiros não deixavam a gente voltar para casa devido a fumaça. Eu que já fiz curso de prevenção contra incêndio (É sério! Fui no quartel dos bombeiros e tudo!) sei que grande parte das vítimas dos incêndios morre vitimada pela fumaça... ("morre vitimada", eu fico impressionada o tanto que eu sei falar difícil!).
Pois bem. Na confusão, o porteiro do prédio foi ajudar os bombeiros e, logicamente, não ficou na portaria. O portãozinho de visitas tem aquelas traves que não o deixam ficar aberto para não entrarem os ladrões, só que nesse dia não deixava saírem os moradores. Como o porteiro não estava lá para abrir o portão, todo mundo teve que dar a volta no jardim e sair pelo portão dos carros.
Bem na hora do frege, quando as coisas estavam pegando fogo (desculpem-me mas eu não pude evitar o trocadilho), chega um sujeito baixinho, magro, um pouco careca, todo invocado, um "espigadinho" - como diria a minha vó - e começa a chutar o portãozinho e gritar: "Cadê o porteiro! Esse portão tem que ficar aberto!" . Chutava e gritava: "Porteiro! Porteiro!". Eu, que não conheço nenhum dos meus visinhos, logo pensei: "Deve ser um daqueles moradores chatos que não faltam a uma reunião de condomínio...". Depois de uns três minutos de escândalo, surge o Divino (o porteiro, claro!) bufando:
- O que o Sr. quer?
Vendo o Divino todo vermelho de tanto nervoso, o espigadinho afinou:
- Esse portão tem que ficar aberto para as pessoas poderem sair.
O Divino nem piscou para responder:
- O Sr. não está vendo o portão ali aberto? - apontou para o portão dos carros e continuou - Eu estou fazendo o meu trabalho, estou ajudando todo mundo nesta confusão!.
O espigadinho não se deu por vencido:
- Eu também ajudei! Eu moro no prédio de frente e fui eu quem liguei para os bombeiros! E em caso de incêndio todas as saídas devem estar abertas!
Agora, vê se pode, o espigadinho nem sequer mora no meu prédio! Achou que era dono do incêndio só porque ligou para os bombeiros para dar o alarme. Porque foi o primeiro a ver as labaredas, pensou que tinha direito de ficar gritando e chutando o portão do prédio... Um abuso! É muita falta de desconfiômetro.
E se o portãozinho quebrasse com os chutes, quem ia pagar a conta? Se bem que ia ser muito difícil ele quebrar um portão com aquela constituição física...
Eu vou terminar esse capítulo por aqui, já que uma das minhas promessas de ano novo foi parar de falar mal das pessoas. E, sinceramente, sobre esse espigadinho eu falaria uma porção de adjetivos que não são muito agradáveis.
Mas eu ainda tenho, pelo menos, mais dois capítulos dessa novela: O fora da minha irmã e Minha mãe no cabeleireiro.
Então, tchibum!

Marianinha nadou aqui às: 1:23 AM ::


Sábado, Janeiro 04, 2003

ADEEEEEEUS 2002!

Muita gente não gostou desse ano que passou, mas eu sim!
Além de ser um palíndromo lindo, se parece muito com a data do meu aniversário: 20 de fevereiro; 20/02
(Não sabe o que é palíndromo? Vai procurar no Pai-dos-Burros. Eu sempre peço ajuda a ele).
Foi um ano de realizações para mim. Fui promovida, arrumei a decoração do meu quarto (um ano sem armário para guardar as roupas) e, inacreditável, comprei meu carro! SIM, um Pegeout 206, azul, chiquéééérrimo, SIM!
Outras coisas muito boas aconteceram, mas não comigo, especificamente. Aconteceram para "os pessoal" que eu gosto: minha irmã se formou e minha melhor amiga se casou. Fiquei tão feliz por elas!
Por outro lado, algumas coisas ruins aconteceram. Ninguém vive num mar de rosas: tomei o fora da década, perdi um amigo...
Apesar dos tropeços, vou ter saudades.


BEM-VIIIIIIINDO 2003!!!!!

Eu sou uma menina melancólica. Só não curto melancolia por muito tempo!
Existem ainda muitas coisas para fazer, não dá para ficar chorando o leite derramado ou se lamentando e dizendo: "bons tempos aqueles..."
Os bons tempos são agora!
Tenho uma porção de planos. Vou entrar no cursinho para me atualizar na minha profissão e, de quebra, ver se encontro novas amizades (minha melhor amiga se casou, não pode mais sair comigo para "o crime", como ela dizia).
Vou, finalmente, depois de 20 anos de espera, furar minha orelha de novo e usar aqueles brincões que sempre quis, mas não podia. (Lembra da lista do Papai Noel? Ganhei os brincos de ouro que eu pedi!)
Se der jeito, quero operar a miopia. Sou completamente míope. Oito graus. Não vejo nada sem óculos ou lentes de contato. Acabarei com isso!
Como já estou motorizada (um Pegeout 206 azul, chiquééééérrimo, já mencionei isso antes?), vou me apartamentizar. Adquirir a casa própria. Não é o sonho "do brasileiro"? E eu não sou brasileira?
Num dos meus planos para 2003, eu terei que pedir ajuda: mudar o raio do lay-out desse blog! (Ninguém aí se habilita?)
Esse post tá parecendo promessa de canditado a deputado em campanha eleitoral. Mas se eu conseguir alguma coisa já tá valendo.
Na verdade, o melhor mesmo é tudo de bom que vai acontecer sem eu ter planejado. Coisas que eu nem sequer imagino neste instante em que estou escrevendo! ISSO é que vai ser O BOM!
Esperançosa como os petistas na posse do Lula, lá vou eu, rumo a 2004!
E, tchibum para vocês!!!


Marianinha nadou aqui às: 1:10 AM ::




Sobre o post passado, procurei no Guguile e encontrei. O personagem principal do livro do Fernando Sabino é Eduardo Marciano. Como diz a minha mãe: "Todo mundo encontra tudo no Guguile!"

Marianinha nadou aqui às: 1:04 AM ::




Este post vou escrever sem título mesmo.
Nestes últimos dias tenho vivido como se fosse uma personagem de um livro.
Estou de recesso no meu trabalho (só volto na próxima terça-feira) então, sem ter o que fazer, comecei a ler. Li todos os livros que já tinha lido e que tenho aqui em casa (alguns que já tinha lido foram extraviados, vamos dizer assim). Comprei mais dois, romances policiais, que li no mesmo dia em que comprei.
E, agora, estou assim: uma mistura de M. Poirot e Detetive Silveira. Na versão feminina, claro!
Não, eu não estou louca. Só um pouco perturbada, talvez.
Eu adoro ler, mas eu não posso ler muito por isso.
Acontece a mesma coisa com os filmes. Antigamente, nos finais-de-semana, eu pegava uns seis filmes na locadora e passava o sábado e o domingo assistindo. Depois, vinha a ressaca... Até na quarta ou quinta-feira seguintes eu ficava me sentido meio como a Julia Roberts ou a Meg Ryan (o cinema nacional ainda não era moda).
Eu não sei se existem outras pessoas com a mesma perturbação mental que eu. Mas eu conheço pelo menos um personagem de livro que era assim. O... Como era mesmo o nome dele?.... Não sei. O personagem principal do "Encontro Marcado", do Fernando Sabino.
Quando eu li, me identifiquei na hora!
Então, tá! Vou virar a página!


Marianinha nadou aqui às: 12:54 AM ::


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mariana
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