Tudo sobre o mundo submarino onde eu vivo.
O mundo do nada!
Sábado, Março 25, 2006
Eu já sabia porque é lógico. Minha mãe confirmou. Eu procurei na internet só para garantir.
De Antônio Carlos Drummond, diretor regional da Rede Globo em Brasília, na época jornalista que cobria o governo JK: "Sabe o que disse Juscelino na hora daquela famosa foto com o pessoal que mais tarde fundou o Clube da Esquina, o Milton Nascimento, Fernando Brant e outros? Ele se sentou entre eles e quando Milton se ajeitou para dedilhar uma música qualquer, JK se adiantou: 'Meu filho, por favor, Peixe Vivo não!'" Revista IstoÉ Gente.
Ninguém agüentaria essa porcaria da música Peixe Vivo tocada uma vida inteira. Coitado do Juscelino.
Eu estou morrendo. Minha mãe disse que é só gripe, mas eu tenho que ter uma doença muito séria e muito grave para justificar o estado lastimável em que eu me encontro.
Olha só, o vídeo do R. Kelly parece uma novela musical de hip hop (!!!!!!!!). Os 5 primeiros capítulos são as cinco últimas músicas do CD "TP. 3 Reloaded" (são 20 minutos!). Demora uma eternidade para baixar. Mas se você ficou curioso, pode ver por partes. Um barato!
Além disso, tem um montão de outros capítulos (ou vídeos de novas músicas?) e paródias. Pesquisando na internet eu fiquei sabendo que ninguém gostou da apresentação que ele, R. Kelly, fez dessa(s) música(s) no Video Music Awards 2005 da MTV. Nem entendo qual seria o motivo...
"A natureza dotara Aurélia com a inteligência viva e brilhante da mulher de talento, que se não atinge ao vigoroso raciocínio do homem, tem a preciosa ductilidade de prestar-se a todos os assuntos, por mais diversos que sejam. O que o irmão não conseguira em meses de prática, foi para ela estudo de uma semana." (o grifo indignado é meu).
Senhora, José de Alencar.
Eu li esse livro semana passada. Semana do Dia Internacional da Mulher.
Ainda bem que muita coisa mudou de 1875, quando o livro foi publicado a primeira vez, para cá.
Parece que dizes
Te amo, Maria
Na fotografia
Estamos felizes
Te ligo afobada
E deixo confissões
No gravador
Vai ser engraçado
Se tens um novo amor
Me vejo a teu lado
Te amo?
Não lembro
Parece dezembro
De um ano dourado
Parece bolero
Te quero, te quero
Dizer que não quero
Teus beijos nunca mais
Teus beijos nunca mais
Não sei se eu ainda
Te esqueço de fato
No nosso retrato
Pareço tão linda
Te ligo ofegante
E digo confusões no gravador
E desconcertante
Rever o grande amor
Meus olhos molhados
Insanos, dezembros
Mas quando me lembro
São anos dourados
Ainda te quero
Bolero, nossos versos são banais
Mas como eu espero
Teus beijos nunca mais
Teus beijos nunca mais
Meu Carnaval passou em brancas nuvens. Na verdade, não eram brancas, estavam mais para cor de chumbo. Choveu e tudo ficou alagado. Uma avenida aqui perto de casa ficou paracendo um lago. O lixo entupiu os canos para o escoamento do Córrego Vaca Brava que foi canalizado e passa por baixo da avenida.
Quase ninguém ficou na cidade. Então, parecia filme de ficção científica. De repente, todo mundo desapareceu. Ficamos só eu, os velhos, seus netinhos - as criancinhas - e os pais das criancinhas que não puderam levar toda patota (fazia tempo que eu não usava uma palavra assim, né?) para Caldas Novas, Pirinópolis ou outro lugar qualquer. Eu achei bom o vazio da cidade, exceto no supermercado porque os avós levaram os netinhos. Como vocês já devem saber, no supermercado, os avós sempre deixam os pequenos atacarem os outros com aqueles carrinhos miniatura, que parecem de brinquedo. Toda hora, tem alguém levando uma canelada.