Eu sou burra, mas burra ao quadrado. Eu achava que meu iPhone por ser adquirido do Léo "Kim Shon", por meio de descaminho (você sabe o que é descaminho?), não tinha acentuação. Eis que hoje, depois de décadas usando o bichinho sem usar acentos, descobri que é só ficar apertando a letrinha que aparece a opção do caracter acentuado ou com cedilha. Antes tarde do que nunca.
Eu quero aparecer, aparecer e aparecer, mas tenho medo. Quem aparece, dá sua cara a tapa. Não quero que deem tapa na minha cara. Porque, gente, eu conheço minha fúria assassina quando batem na minha cara, tipo "Carrie, a estranha". Disso, eu tenho muito medo!
Por um instante, eu achei que esse blog tinha sumido. Ai, eu fiquei tão assustada... O fato é que, apesar de tudo indicar que eu deveria fazer o contrário, não vou lagar isso aqui tão cedo.
***********
Depois que os filhos nascem, a vida da gente não é mais nossa.
Por exemplo, três horas da manhã e você quer dormir (Ah! Como você quer dormir!) e o seu bebê chora. Você não quer se levantar, mas se levanta, vai até o berço pega o bebezinho no colo, balança o bebezinho e fica cantando músicas de ninar até as quatro e meia, quando finalmente aquele pinguinho de gente dorme de novo.
Outro exemplo, no momento que você acaba de descer do carro e aperta o apitinho irritante do alarme que tranca o veículo, o segurança do shopping diz que você não pode estacionar naquele lugar. Você está lá, carregando um monte de trecos: sacolas, bolsa, bolsa do bebê, brinquedinhos, mamadeira, papelzinho do estacionamento, celular, chave do carro, além do próprio bebê (é claro) e quer xingar o fulano e dizer todas as verdades que ele merece saber, mas você está com seu bebê e não pode brigar com o pessoal na rua, tem que proteger a criança.
Mais um exemplo, você assiste a fita do aniversário de seu bebê umas trezentas vezes por dia, ouvindo aquela voz irritante da Xuxa ao fundo.
O derradeiro exemplo, você se derrete toda com o biquinho mais fofinho que uma criança pode fazer na vida e tem que se segurar para não puxar o braço da senhora que está na frente na fila do caixa só para mostrar a ela o quanto aquele biquinho é lindo.